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Personalidades que acessam e/ou participam deste blog ♥

terça-feira, 6 de março de 2012

► BICAD@S DE IPU – De bica ou de bico, conforme os acontecimentos

E-mail: jpmourao_jornalista@terra.com.br

Existem pedaços da minha alma espalhados pelas ruas e avenidas de Ipu. Mas minha alma inteira está na Bica e no Ipuçaba.
- jpMourão

Satisfação aos internautas
# Por motivo de falta de saúde ocular – inflamação de córnea – as bicadas de hoje resumem-se à frase, à trova e à perguntinha. Até a liberação médica !

Trova das Bicadas
# O Padre Eterno, segundo
refere a História sagrada,
tirou o mundo do nada
e eu nada tirei do mundo.
- Quintino Cunha

Perguntinha do João
# Ipu, Ipu ! Já não te bastam as poluídas águas do Ipuçaba ?
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segunda-feira, 5 de março de 2012

► O SENDEIRO revela o pensamento de uma professora do município do Ipu

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Dizendo ser a “crônica de uma professora vivendo o novo tempo” O SENDEIRO fala sobre os FUNDEB e merenda escolar, conforme consta nos rabiscos do cabeçalho de um caderno escolar repleto de interrogações que eu tanto gosto. Além disso, deleite-se com o estilo do SENDEIRO:

“O SENDEIRO – CRÔNICA DE UMA PROFESSORA VIVENDO O NOVO TEMPO.

Sobre a mesa da sala de aula mãos desmotivadas ora seguram um lápis, ora uma caneta, e simultaneamente seus pensamentos divagam sobre a profissão que abraçara. No cabeçalho do caderno, distraidamente rabisca garatujas de pontos de interrogação suspensos no universo branco do papel.

Sem a valorização devida e a falta do reconhecimento profissional, seu censo crítico lhe põe contra a parede da realidade que hoje vive e lhe questiona os “porquês” que escolhera este nobre e desvalorizado oficio. Em seus tímpanos soam renitente os gritos de uma criança __“Tia, tia, hoje tem merenda”?

Parentesco POSTIÇO que a Educação dos dias de hoje impôs a quem atua na sua profissão. Mentes infantes e DISLEXAS em corpos raquíticos que mais carecem da urgência de alimentação que de educação. São olhos espantados pela fome. Revolta-se ao relembrar as imagens vistas no blog das barrigas fartas de LAGOSTAS DOURADAS compradas com seu FUNDEB, servidas nos hotéis de luxo para o intestino do Prefeito e suas concubinas defecarem.

O caderno de PLANOS DE AULA lhe cobra tarefas. Amargurada lamenta os PLANOS que fizera quando decidira ser educadora. Não imaginara a Educação ficar a mercê dos DESVARIOS de um gestor sem formação humana, muito menos educacional. Sobre o que um dia fora uma estante, figuram mofados pelas goteiras os DIÁRIOS dos professores, órfãos da assinatura de acompanhamento da diretora, são a fotografia em preto e branco das escolas municipais do Ipu. Olhando-os teve o ímpeto de preenchê-los com as CRÔNICAS DIÁRIAS dos roubos das verbas da educação. BOLETINS escolares se misturam ao lixo da sala, sentiu o impulso de fazer um BOLETIM DE OCORRÊNCIA POLICIAL. __ “Tia, tia, me dar uma moeda prá eu comprar uma balinha prá merendar”!

Compadecida escancara a bolsa sobre a mesa. Um bastonete de batom já quase findo, rola ao chão e estaciona nos pés quebrados de um PROJETO de carteira escolar. Desgastara-o de tanto tentar dar realce a uma boca amarga sem o sorriso da esperança de receber um dia seu FUNDEB. Um minúsculo espelho de maquilagem reflete seu rosto e sua alma entristecida. Percebera então quantas rugas esta administração desastrosa lhe tatuou a face. No peito, o medo e a insegurança de nunca conseguir aposentar-se pelo bendito I.P.M.

Em meio aos cosméticos, uma correspondência amassada do SERASA ameaça levar seu nome para o S.P.C. O carnê amarelo da “Macavi” já vencido lhe deixou mais pálida. Foram sonhos, projetos e objetivos que conquistara, e honraria seus pagamentos caso recebesse o ABSTRATO FUNDEB.

Viera novamente a lembrança dos corpos BRONZEADOS na piscina onde o Prefeito e suas amantes se espojavam sob a brisa, o mar e o sol caliente de Camocim, aquecendo os espermas que flutuavam na água azul da piscina, nas ejaculações excitadas e patrocinadas pelo TESÃO em roubar o dinheiro público. Uma caixinha de lápis COLORIDOS sobre a mesa que ameaça esfacela-se ao chão, lhe fez refletir quão deve ser COLORIDA a vida dos que impunemente roubam o dinheiro do país e o futuro destas crianças. __“Tia, tia, tu NÃO tem moeda não? Vamos repartir esta balinha que encontrei no meio da sala... perdida no chão! Da prá nós merendar TIA!”

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► IPU, CE – Domingo, 07 de outubro - ELEIÇÕES 2012

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HOJE faltam 215 dias para a pátria Ipu, Ceará, mostrar ao mundo, pela Internet, quantos ipuenses e amigos vão aplaudir, pelo voto, só políticos Ficha Limpa. Que vitória!

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EM QUALQUER ELEIÇÃO,
NÃO VOTE EM QUEM POLUI O IPUÇABA.
- jpMourão<>

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domingo, 4 de março de 2012

► Palavras da Semana revendo a Palavra do Dia do Aulete Digital

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Hoje, revisando a Palavra do Dia do Aulete Digital, sem dizer da maneira que está escrita no dicionário, estamos divulgando as palavras publicadas durante a semana, com o tema: O ESTILO DE MACHADO DE ASSIS.

Suspense
Todo autor tem seu estilo e suas marcas, reconhecidas e admiradas pelos fãs e leitores. E Machado de Assis, ao longo da sua obra, apresenta diversas dessas marcas. Entre elas, o suspense. Suspense é toda situação na qual a expectativa do desenlace provoca a ansiedade das pessoas ou a explora intencionalmente.

Machado emprega essa técnica em diversos momentos da sua obra, especialmente em seus textos românticos, publicados, na época, em forma de folhetim: ‘A mão e a luva’, ‘Helena’ e ‘Iaiá Garcia’. Por exemplo em ‘Helena’, no trecho ‘Nesse estado de espírito entrou em casa, onde o esperava um incidente novo.’

Viu como Machado atiça a curiosidade do leitor ao não deixar claro o que era o ‘incidente novo’? O leitor terá, provavelmente, a mesma surpresa do personagem ao descobrir do que se trata. Mas o maior dos suspenses criados por Machado de Assis está em ‘Dom Casmurro’ e nunca teve resposta. Afinal, Capitu traiu ou não traiu Bentinho?

Metáfora
Uma metáfora é uma figura de linguagem que consiste em estabelecer uma analogia entre os diferentes significados de duas palavras ou expressões. A metáfora é considerada uma comparação implícita. E metáforas são marcas muito fortes do estilo de Machado de Assis.

Podemos ver em ‘Quincas Borba’, na frase ‘Soprava um triste vento, que parecia faca, e dava arrepios aos dois vagabundos. ’. Há, nessa metáfora, uma mistura de sensações: a auditiva e a tátil; ‘causando arrepios’ e comparado com ‘faca’. Outra metáfora da obra de Machado, essa famosíssima, é a comparação dos olhos de Capitu, em ‘Dom Casmurro’ com olhos de cigana oblíqua e dissimulada. Olhos de ressaca.

Metalinguagem
Metalinguagem é o ato de comunicação em que se usa a linguagem para falar sobre a própria ou outra linguagem. Complicou? Vamos simplificar. Machado de Assis tinha o hábito de enunciar opiniões ou emitir comentários sobre a linguagem empregada por ele em seus textos de ficção. Isso é metalinguagem. O autor usar a sua linguagem para falar dela própria. Segundo o dicionário de Machado de Assis, da Lexikon Editora, ‘Machado usa a metalinguagem para tecer reflexões sobre os seus meios de expressão, vale dizer, sobre questões de língua e estilo, sempre com intenções estéticas, de autocrítica ou de interação com o leitor’. Por exemplo, em Dom Casmurro, Machado diz o seguinte: ‘Agora que expliquei o título, passo a escrever o livro. Antes disso, porém, digamos os motivos que me compõem a pena na mão. (...)’. Isso caracteriza Machado, também, como um metanarrador, comentando os processos de composição das suas narrativas.

Frasista
Machado de Assis foi um grande frasista. Frasista é aquele que costuma fazer frases de efeito e Machado criou muitas, carregadas de ironias, aforismos e metáforas, marcadas pela sua originalidade criativa. Essas frases tratam dos mais diversos assuntos e deixam transparecer a visão filosófica, do autor, a respeito do mundo, dos homens e das coisas.

Em ‘A mão e a Luva’, Machado diz: ‘há no amor um gérmen de ódio que pode vir a desenvolver-se depois’; em ‘Quincas Borba’ há frases como ‘Não há vinho que embriague como a verdade’ e ‘O maior pecado, depois do pecado, é a publicação de pecado’. E em ‘Dom Casmurro’, ‘Não confundam purgatório com inferno, que é eterno naufrágio. Purgatório é uma casa de penhores, que empresta sobre todas as virtudes, a juro alto e a prazo curto’.

Epizeuxe
‘Há conceitos que se devem incutir na alma do leitor, à força de repetição’ (Dom Casmurro). Esta frase, dita pelo personagem de Bentinho é uma revelação, também, do estilo de Machado de Assis.

A epizeuxe, ou reduplicação, é uma figura de estilística sintática que consiste na repetição seguida do mesmo vocábulo com o objetivo de intensificar ou enfatizar algum termo ou alguma informação.

Machado de Assis adotava repetições sob a forma ternária (três vocábulos) e em gradação ascendente. Vejamos um trecho de ‘Helena’: ‘Uma hora [Helena] esteve assim, muda, prostrada, quase morta, uma hora longa, longa, longa, como só as tem o relógio da aflição e da esperança.’

Segundo o dicionário de Machado de Assis, a reiteração do adjetivo ‘longa’ enfatiza o sofrimento de Helena. Outro exemplo há em ‘Brás Cubas’: ‘Um nevoeiro cobriu tudo, – menos o hipopótamo que ali me trouxera, e que aliás começou a diminuir, a diminuir, a diminuir, até ficar do tamanho de um gato’.

Prolepse
A prolepse é uma figura de sintaxe (a sintaxe é o conjunto de regras que determinam a ordem e as relações das palavras na frase), também conhecida como ‘antecipação’ ou ‘topicalização’. Por meio da prolepse, o narrador desloca para o início da frase um termo que ele pretende enfatizar, geralmente o sujeito da oração subordinada em um período composto.

O dicionário de Machado de Assis, da Lexikon editora atribui ao autor essa característica de estilo. Podemos notar o uso desse recurso por Machado, em ‘Dom Casmurro’, na frase ‘A minha primeira amiga e o meu maior amigo, tão extremosos ambos e tão queridos, quis o destino que acabassem juntando-se e enganando-me... A terra lhes seja leve!’.

Na ordem direta, essa frase seria escrita assim: ‘Quis o destino que a minha primeira amiga e o meu maior amigo...’. Mas para enfatizar a denúncia da traição de Capitu e Escobar, Bentinho antecipa os termos do sujeito composto.

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Visite a prometida biblioteca de 30 mil títulos,
instalada no prédio “restaurado” da
ex-estação ferroviária do Ipu.

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sábado, 3 de março de 2012

► Diga quem Você é pelas asas da Internet

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Ipuenses de qualquer classe social - inclusive a política - podem dizer quem são, para o Brasil e para o Mundo, através da coluna BIOGRAFIA DE IPUENSE que será publicada, grátis, NESTE BLOG, preferencialmente aos domingos, pela ordem de recebimento.

A biografia para publicação, completa ou resumida, de qualquer ipuense, deve ser enviada pelo e-mail: blogdojpmourao@gmail.com acompanhada de pelo menos uma foto digital, de qualquer tamanho ou posição.

Não desperdice, conterrâneo(a), esta oportunidade de percorrer o mundo com as asas da Internet.
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Urna eletrônica – Vergonha, caso de polícia

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Mais dos mesmos... A farsa das urnas se desmanchando facilmente... Farsa frágil que segue de pé graças à hipocrisia e à coesão das mais diversas quadrilhas deste país... Até quando?

http://youtu.be/dzodI_X9iMY


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sexta-feira, 2 de março de 2012

► BRASIL EM MARCHA – Primeira, segunda, terceira, prise e marcha ré

E-mail: jpmourao_jornalista@terra.com.br

Dizem que o Governo, depois de proibir ao cidadão comum usar armas, vai proibir ao Exército possuir armas de uso exclusivo dos traficantes.
- Millôr Fernandes

Opinião do Gen. Guilherme - Ser Comandante

Hoje, preencho esta coluna com a opinião do general de Exército reformado e ministro do STM aposentado, Valdesio Guilherme de Figueiredo, sobre Ser Comandante. Veja o conceito dele:


“Realmente, as coisas não vão bem, mas fruto da eterna desunião que existe entre os componentes do EB. Começa com a separação estatutária entre oficiais e praças, hoje bastante acirrada, inclusive com a tentativa de organização de sindicatos. Tudo, falta de capacidade de comando e de medo da ideia errada de que deva existir ampla defesa e contraditório em tudo.

É interessante que se faça uma reflexão sobre o que é ser comandante na Infantaria de Sampaio. Existem comandantes de diversos níveis, a começar pelo “cabo”, que pode ser comandante de esquadra, ou de peça, após realização de curso; o terceiro sargento exerce um comando mais importante, o de comandante de Grupo de Combate, ou de seção, preparado na Escola de Sargento das Armas; o tenente comanda pelotão, habilitado pelo curso da Academia Militar das Agulhas Negras; o capitão comanda a subunidade, já com um efetivo de mais de uma centena de militares; o coronel comanda a unidade, após um curso de aperfeiçoamento realizado na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais e o general comanda as Grande Unidades, ou Grandes Comandos, após ter realizado curso na Escola de Comando e Estado Maior do Exército.

No caso dos oficiais, considere-se que a evolução processa-se ao longo de anos, não só pelo preparo adquirido em cursos, mas, também, pela observação dos diversos comandantes que passam pela nossa vida profissional, alguns dando bons exemplos e outros, nem tanto, mas sempre acatando a decisão do comandante – isto é básico, ou pelo menos foi!

Não se pode aceitar passivamente que um qualquer que caia de pára-quedas na estrutura de comando, seja aceito como preparado para integrá-la. A Constituição Federal e Lei Complementar deram ao Presidente da República o título de Comandante em Chefe das Forças Armadas. Isto poderia funcionar quando o mesmo dispunha, junto de si, os ministros militares a assessorá-lo; o Ministro da Defesa, que tem até vestido farda e criou insígnias que o definam como militar, não tem nenhum preparo de comando e o faz intuitivamente, contando, ou não, com a assessoria militar, ou “genuinamente” civil.

Tudo é cópia mal feita da estrutura de defesa dos Estados Unidos, onde a Secretaria de Defesa é um órgão essencialmente político, assim como os secretários das cinco forças armadas americanas são civis e tratam, apenas, do aspecto político das forças. A estrutura militar está ligada ao chefe do estado maior conjunto e os comandantes de teatros de operações ligam-se diretamente ao presidente da república.

A criação do ministério da defesa no Brasil deu-se por pressão americana. Quando fui chefe da Delegação do Brasil na Junta Interamericana de Defesa, por várias vezes, recebi convite para eventos internacionais dirigido ao ministro da defesa do Brasil. Em todas elas restituí o convite informando que se desejassem a presença do estamento militar brasileiro, deveriam enviar quatro convites: ao Chefe do EMFA, ao Cmt da Marinha, ao Cmt do Exército e ao Cmt da Aeronáutica. Isto se passou no governo do Presidente Itamar Franco. A partir daí, prevaleceu a vontade yankee.

É de estranhar o episódio recente atribuído aos Clubes Militares e a estrutura política do poder executivo brasileiro. O Clube Militar, que nem é destinado aos militares do Exército, mas sim aos das três forças e a civis, é um entidade civil, pessoa jurídica que não é vinculada a nenhuma das três Forças Armadas e não recebe nenhum valor do orçamento da União para sustentar-se. Logo, por que deveria receber ordem do presidente da república, do ministro da defesa, ou mesmo, do Comandante do Exército. Admito que pudesse ter havido um acordo entre amigos, pois o Presidente do Clube Militar e o Comandante do Exército são generais da mesma safra, quase companheiros de turma.

Também sou amigo e admirador do Comandante do Exército, mas nem por isso eu deixaria de discutir com ele a conveniência da tomada da atitude de recuar. Não haveria cabimento para tal. Se a nota dos clubes militares desagradou ao presidente da república e a seu ministro da defesa, também são inúmeras as atitudes, o descaso, a legislação revanchista por eles levada adiante, sem que os clubes militares impusessem um recuo.

Costumo dizer que quem muito abaixa as calças mostra a cueca, ou a calcinha. Não posso admitir que a alta estrutura de comando do Exército deixe de lado a disciplina, ou a hierarquia, mas permitir que qualquer civil de passado não muito recomendável, venha humilhar o Exército, empregando-o como polícia militar, fazendo com que a Força Armada agora passe a ser força auxiliar das polícias militares estaduais, ou que inverta a hierarquia permitindo que os soldos de determinados militares estaduais sejam infinitamente superiores aos dos militares do Exército.

Não quero revolução, mas exijo respeito, ainda que tenha de impô-lo pela força. Não me acusem de estar falando por estar imune às sanções disciplinares, de acordo com lei de 1986. Posso falar de política, posso combater ideologias e posso e devo defender a minha Instituição e meus antigos subordinados. Não me acusem de covardia, porque nunca me apeguei a cargos e sempre coloquei minha cabeça a prêmio na Extinta Diretoria Patrimonial de Brasília, no comando da 23ª Brigada de Infantaria de Selva, no comando da Guarnição da Vila Militar, no Departamento Geral do Pessoal e no Comando Militar da Amazônia. No Superior Tribunal Militar, do qual fui ministro, sempre julguei à luz da Lei do Serviço Militar e de seu regulamento, visando guardar a Instituição dos maus militares. Se falhei algumas vezes, faz parte da minha condição de ser humano.

Diz-se que vingança é um prato que se come frio. Se há espírito de vingança de um lado, por que não partir também para a vingança em igual ou maior intensidade. Quem tem o telhado mais vulnerável?

Insisto que devamos nos unir, se possível, oficiais e praças, da ativa e da reserva, mesmo da reserva de segunda classe, não para derrubar nenhum governo que o povo quis para si, mas para prestigiar a estrutura de comando militar e fazer sentir que atacado o comandante, atacados estaremos todos.

Não permitamos que os militares sejam tratados como cidadãos de segunda classe, que só são valorizados quando há que se construir estradas onde não seja compensador para as empreiteiras, ou para levar desaforo de bandidos ocupantes dos morros cariocas, ou ainda, para ocupar o subalterno lugar de grevistas impunes.”

<> Colaborações para esta coluna devem ser enviadas pelo e-mail: brasil.em.marcha@terra.com.br/

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Quando possível, não esqueça de visitar o “excelente” campo de pouso de aeronaves, que só o município do Ipu tem.

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► Bíblia Sagrada – Salmo 145

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Para ter fé em Deus e confiar sem medo em suas resoluções e em seu amparo.

1 Eu te exaltarei, ó Deus, rei meu; e bendirei o teu nome pelos séculos dos séculos.

2 Cada dia te bendirei, e louvarei o teu nome pelos séculos dos séculos.

3 Grande é o Senhor, e mui digno de ser louvado; e a sua grandeza é insondável.

4 Uma geração louvará as tuas obras à outra geração, e anunciará os teus atos poderosos.

5 Na magnificência gloriosa da tua majestade e nas tuas obras maravilhosas meditarei;

6 falar-se-á do poder dos teus feitos tremendos, e eu contarei a tua grandeza.

7 Publicarão a memória da tua grande bondade, e com júbilo celebrarão a tua justiça.

8 Bondoso e compassivo é o Senhor, tardio em irar-se, e de grande benignidade.

9 O Senhor é bom para todos, e as suas misericórdias estão sobre todas as suas obras.

10 Todas as tuas obras te louvarão, ó Senhor, e os teus santos te bendirão.

11 Falarão da glória do teu reino, e relatarão o teu poder,

12 para que façam saber aos filhos dos homens os teus feitos poderosos e a glória do esplendor do teu reino.

13 O teu reino é um reino eterno; o teu domínio dura por todas as gerações.

14 O Senhor sustém a todos os que estão a cair, e levanta a todos os que estão abatidos.

15 Os olhos de todos esperam em ti, e tu lhes dás o seu mantimento a seu tempo;

16 abres a mão, e satisfazes o desejo de todos os viventes.

17 Justo é o Senhor em todos os seus caminhos, e benigno em todas as suas obras.

18 Perto está o Senhor de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade.

19 Ele cumpre o desejo dos que o temem; ouve o seu clamor, e os salva.

20 O Senhor preserva todos os que o amam, mas a todos os ímpios ele os destrói.

21 Publique a minha boca o louvor do Senhor; e bendiga toda a carne o seu santo nome para todo o sempre.

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Quando eu morrer quero que pelo menos o meu coração seja sepultado no Ipu.
- jpMourão
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► GREVE PM: A verdade sobre a segurança pública na Bahia, que a Globo não mostra

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Neste vídeo o PM e advogado Edson da Silva fala o que o Brasil precisa saber sobre a REALIDADE da segurança pública na Bahia e no Brasil.

http://youtu.be/vKCqCJB2qxM


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quinta-feira, 1 de março de 2012

► Medite sobre o que eles disseram

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Nenhum homem que não controla a própria vida pode ser considerado livre.
- Pitágoras, filósofo grego

A abelha ferroa e produz mel, eu instigo e aplaudo. Com independência !
- jpMourão

Você me machuca... é sempre assim. Mas o amor não tem fim, só acaba quando eu parar de escrever sobre você e decidir escrever só sobre mim.
- Fernanda Soares de Assis

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Remexa o link FATOS HISTÓRICOS, à esquerda da página do site da AFAI. Tem muito o que se ler, recordar e comprovar.

Link patrocinado: http://www.academiaipuense.com/
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DO LADO DIREITO, E LOGO ACIMA, AS POSTAGENS MAIS ANTIGAS. CLIQUE LÁ PARA CONTINUAR COM jpMourão DIZENDO A BENDITA VERDADE SEMPRE BEN DITA !